Eis o resultado quase final do último desafio que propusemos a nós próprios… Adaptar uma história original do José Carlos Fernandes (”O Direito à Infelicidade”) para animação, usando sombras chinesas e alguns (pouquinhos) retoques digitais. Foi bem mais difícil do que inicialmente imaginámos, mas a experiência foi muito enriquecedora. Só nos resta esperar que o resultado não faça ninguém sangrar espontaneamente dos olhos. Obrigado!
Dez 30
Este artigo foi publicado Terça-feira, 30 de Dezembro de 2008, às 4:46, na categoria Fitas. Podes acompanhar as respostas a este artigo através do respectivo RSS 2.0. Podes deixar um comentário, ou fazer um trackback a partir do teu próprio site.
3 Comentários O Direito à Infelicidade
Rolf Carlé
5 de Janeiro, 2009 at 2:24
1Genial!!!
É uma sensação magnífica saber que vocês vão ser grandes… É como se sentisse que estava a assistir ao nascimento do movimento surrealista e que era amigo do Breton, do Dalí e do Buñuel ao mesmo tempo…
Continuem por favor… porque vocês criam… e inspiram…
Um abraço
José Nunes
12 de Fevereiro, 2009 at 14:38
2Devo dizer que o colectivo NEFASTO está cada vez melhor. Este novo trabalho é simplesmente genial. O único aspecto negativo que consigo apontar é a banda sonora… Esse Mahler vê-se mesmo que não nasceu para a música, e acaba por não estar à altura… Acredito que a NEFASTO tinha todo o interesse em apostar em génios musicais mais de acordo com a enorme qualidade que define esse grande colectivo. (Quem me conhece sabe que estou a brincar dado que sou um profundo apreciador da obra de Mahler:)
Em todo o caso os meus sinceros parabéns. Continuem sempre a dar o vosso melhor.
Um grande abraço
Ana Bica
17 de Fevereiro, 2009 at 14:32
3Claro que tinha de vir espreitar, depois da vista de olhos às fotos! Eh eh!
E está tão giro!!!! Já percebi para que era a plasticina, ou que raio era aquilo, presa ao gato LOL! Resulta muito bem! Incrível como um pequeno movimento de pormenor dá vida ao quadro e o transforma.
Não conhecia historia mas gosto de tudo nela! A começar pelo título! E acho que a escolha do teatro de sombras, os bonecos e a sua expressividade nos movimentos, os tons de luz escolhidos e diversos pormenorzinhos se adequam perfeitamente àquilo que se conta e a acrescentam em intensidade e dimensão!
Gostei mesmo muito! Parabéns a todos!
Agora vou ver as fotos outra vez, com mais conhecimento de causa eheheh!
Até por aí…
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